ENERGIA SOLAR

Energia solar é um termo que se refere à energia proveniente da luz e do calor do Sol. É utilizada por meio de diferentes tecnologias em constante evolução, como o aquecimento solar, a energia solar fotovoltaica, a energia heliotérmica, a arquitetura solar e a fotossíntese artificial.

A energia solar fotovoltaica é considerada uma alternativa energética muito promissora para enfrentar os desafios da expansão da oferta de energia com menor impacto ambiental. Para se ter uma ideia, a energia que o sol derrama na superfície da Terra, em uma hora, é mais do que a humanidade do planeta utiliza em um ano inteiro.

Os sistemas fotovoltaicos são capazes de gerar energia elétrica através das chamadas células fotovoltaicas. As células fotovoltaicas são feitas de materiais capazes de transformar a radiação solar diretamente em energia elétrica através do chamado "efeito fotovoltaico". Hoje, o material mais difundido para este uso é o silício. 

O efeito fotovoltaico acontece quando a luz solar, através de seus fótons, é absorvida pela célula fotovoltaica. A energia dos fótons da luz é transferida para os elétrons que então ganham a capacidade de movimentar-se. O movimento dos elétrons, por sua vez, gera a corrente elétrica.

As células fotovoltaicas podem ser dispostas de diversas formas, sendo a mais utilizada a montagem de painéis ou módulos solares. Além dos painéis fotovoltaicos, também se utilizam filmes flexíveis, com as mesmas características, ou até mesmo a incorporação das células em outros materiais, como o vidro. As diferentes formas com que são montadas as células se prestam à adequação do uso, por um lado maximizando a eficiência e por outro se adequando às possibilidades ou necessidades arquitetônicas. 

Pontos Positivos

● Confiável, fonte inesgotável e gratuita.

● Energia limpa, sem poluição ou qualquer resíduo.

● Manutenção mínima.

●A instalação do sistema pode ser realizada tanto em obras em andamento como em construções finalizadas.

Limitações

● Diminuição da produção em situações de dias nublados e quando há sombreamento por árvores ou edificações.

● Produção restrita à duração da insolação, ou seja, não gera energia durante a noite.

● Formas de armazenamento (baterias) ainda caras e pouco eficientes quando comparadas a outras fontes de energia.

MICRO E MINIGERAÇÃO DISTRIBUÍDA DE ENERGIA

A Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL) aprovou as Resoluções Normativas nº 482/2012 e 687/2015, estabelecendo as condições gerais para o acesso da micro e minigeração aos sistemas de distribuição de energia elétrica, assim como o sistema de compensação de energia. 

A microgeração distribuída de energia elétrica compreende as centrais geradoras que utilizem cogeração qualificada ou fontes renováveis (hidráulica, solar, eólica, biomassa etc.), conectadas na rede de distribuição por meio de instalações de unidades consumidoras, e cuja com potência instalada seja menor ou igual a 75 kW. 

Já a minigeração distribuída engloba as centrais geradoras que utilizem cogeração qualificada ou fontes renováveis, igualmente conectadas na rede de distribuição, e cuja potência instalada seja superior a 75 kW e menor ou igual a 5 MW (com exceção da fonte hidráulica, cuja potência deve ser menor ou igual a 3MW). 

A viabilidade da micro e da minigeração de energia distribuída está fortemente associada à possibilidade de ser realizada a compensação de energia.

SISTEMA DE COMPENSAÇÃO DE ENERGIA

Com a publicação das mencionadas Resoluções Normativas da ANEEL, tornou-se possível o sistema de compensação de energia, onde a energia excedente da micro e da minigeração é injetada na rede de distribuição, com redução na conta de energia. 

Se a energia injetada for menor do que a energia retornada da rede, na conta de energia o consumidor só paga a diferença e a tarifa de iluminação pública na faixa da diferença (redução). Se a energia injetada for superior à energia retornada da rede, o consumidor terá um crédito a ser usado em meses subsequentes, com validade de 60 meses. 

O crédito também poderá ser usado para abater o consumo de unidades consumidoras do mesmo titular situadas em outro local, desde que na área de atendimento da mesma distribuidora. 

No caso de condomínios (empreendimentos com múltiplas centrais consumidoras) o crédito gerado pode ser repartido entre os condôminos segundo critérios e percentuais por eles mesmos definidos. Outra possibilidade é a “geração compartilhada”. Neste caso, diversos interessados se unem em um consórcio ou em uma cooperativa, instalam uma central de micro ou minigeração distribuída e utilizam a energia gerada para redução das faturas dos consorciados ou cooperados.

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